

A agência e o anunciante correram um sério risco com as peças, pois estas poderiam ser consideradas impróprias, por poderem induzir as crianças a uma situação de perigo. O Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Código de Defesa do Consumidor, entre outros, são claros ao repudiar tal prática.Já publiquei aqui a notícia de um comercial brasileiro da Hyundai que foi denunciado como abusivo por motivo semelhante.
A partir de notícia do Portal da Propaganda, de 24/06/08


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