A representação alega que comercial viola diversos dispositivos legais, assim como atenta contra valores éticos e morais da sociedade, explorando:
- sexualidade;
- clichês com valores distorcidos da sociedade, como estilo "descolado" de vida, valorizar o "ter" ao invés do "ser";
- situações de grande risco.
Os dispositivos constitucionais que o comercial viola incluem o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Código de Defesa do Consumidor.
Os publicitários e profissionais de marketing que trabalham com produtos onde a criança é consumidora, influenciadora ou 'decisora' de compra ou simplesmente que queiram ter as crianças como protagonistas de seus comerciais precisam estar muito atentos às leis e normas brasileiras que regulam a publicidade relacionada de alguma forma à criança.
Uma atuação responsável das empresas é fundamental para o seu sucesso e também para evitar reações negativas futuras.


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