
Tem as suas funções programadas pelos pais, através de seus celulares ou pelo site da empresa. Memoriza até 24 números telefônicos, tem câmera fotográfica, traz games educativos e funciona como um bichinho virtual. Custa R$ 800.
No ano passado, uma pesquisa da TNS InterScience com 500 famílias de São Paulo e do Rio de Janeiro, das classes A, B e C, mostrou que em 36% dos casos pelo menos um dos filhos com idades entre 6 e 15 anos possui celular. O potencial de crescimento deste número é ainda maior: 39% das famílias entrevistadas pretendem adquirir um celular para os filhos nesta faixa etária. No Japão, 41% das crianças nesta faixa etária têm seu próprio celular e na Austrália a média é de 40%.
Assim, esse mercado desperta cada vez mais interesse das operadoras e a atenção dos pais.
Os serviços oferecidos a essa geração incluem jogos, papéis de paredes e toques musicais de temas tipicamente voltados ao público infantil, como os desenhos dos canais Cartoon Network, Nickelodeon, as animações da Disney e o programa da Xuxa.
No entanto, há muita resistência por parte dos pais. A pesquisa da InterScience mostrou que 59% das famílias não acham necessário um aparelho específico para as crianças.
Fontes: Link Estadão e IDG Now


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